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MS. LAURYN HILL PROTAGONIZA MOMENTO HISTÓRICO NO MEO KALORAMA, NUM DIA EM QUE O HIP HOP SOOU MAIS ALTO

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Rapper norte-americana subiu a palco acompanhada por Wyclef Jean, Yg Marley e Zion, para interpretar temas de The Miseducation of Lauryn Hill e dos Fugees Sam The Kid com Orquestra e Orelha Nega, Ravyn Lenae, Vince Staples e Criolo, Amaro e Dino fizeram do MEO KALORAMA um ponto de encontro entre diferentes gerações e geografias

O segundo dia do MEO KALORAMA confirmou a diversidade e a força da programação da quinta edição, com um dia marcado pelo cruzamento entre hip-hop, soul, R&B, música alternativa e eletrónica. Pelo Parque da Bela Vista passaram nomes como Vince Staples, Ravyn Lenae, Dry Cleaning, Criolo, Amaro e Dino e Sam The Kid com Orquestra & Orelha Negra, num dos momentos mais aguardados da noite e uma celebração especial da música portuguesa. A fechar a noite, Ms. Lauryn Hill subiu ao Palco MEO acompanhada por Wyclef Jean, YG Marley e Zion Marley, num concerto que trouxe a Lisboa uma das vozes mais marcantes da música contemporânea e encerrou uma noite de grande intensidade e diversidade artística.
Ms. Lauryn Hill regressou finalmente a Portugal e fez-se acompanhar, no Palco MEO, por Wyclef Jean, companheiro de banda nos Fugees, e ainda Yg Marley e Zion. Um dos concertos mais esperados desta edição de 2026 transformou-se num momento marcante e histórico do MEO KALORAMA, que permanecerá na memória do público por muitos anos. Perante uma plateia completamente rendida, Ms. Lauryn Hill revisitou alguns dos temas mais emblemáticos da sua carreira, num espetáculo que ficará inscrito na história do festival.
Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra foram os responsáveis por encabeçar o Palco Sagres. A jogar em casa, Sam The Kid, acompanhado pelos Orelha Negra, músicos bem conhecidos do público português, e de uma orquestra, subiu a palco para um espetáculo de celebração do legado de uma das figuras incontornáveis do hip hop português.
A campanha “Não É Não” está presente um pouco por todo o festival, reforçando o compromisso do MEO KALORAMA com a tolerância zero a comportamentos de assédio ou violência sexual.
Ravyn Lenae deu um concerto assumidamente pop, onde houve espaço para tudo: cantar, dançar e, sobretudo, deixar o público de braços no ar. A cantora de “Love Me Not”, um dos temas mais viciantes dos últimos anos, chegou ao festival com o novíssimo Blue Island na bagagem, trazendo consigo uma energia contagiante e uma pop contemporânea que conquistou o público do MEO KALORAMA.
Vince Staples levou o Palco MEO ao rubro. Sem esquecer Cry Baby, o disco editado este ano, o músico de Compton entregou um concerto intenso e seguro, onde o seu rap, marcado por uma identidade inconfundível, conquistou as milhares de pessoas presentes.
A oficina de mobilidade condicionada continua a dar apoio a todos os festivaleiros que necessitem de pequenas reparações nos produtos de apoio.
No Palco Sagres, Joshua Idehen encantou a plateia com um concerto onde o spoken word ganhou nova dimensão, cruzando poesia, música e ritmo sobre instrumentais minimalistas. A voz inconfundível do poeta e músico britânico-nigeriano conduziu o público por uma atuação simultaneamente hipnótica e intensa, entre momentos de contemplação e outros de maior tensão, num take contemporâneo sobre a tradição do spoken word.
A celebração da lusofonia fez-se ao som de Criolo, Amaro e Dino, projeto criado por três músicos que partilham uma língua e cultura em comum. Juntos, foram responsáveis por um dos momentos mais bonitos do Palco Sagres.
Na sua estreia em Portugal, Tyler Ballgame convenceu todos os que se chegaram à frente para descobrir a sua soul, funk e pop inspirada pelas sonoridades dos anos 60 e 70, num concerto que revelou um artista com uma identidade muito própria e um talento que não passou despercebido. Um nome que certamente veio para ficar e que o público do MEO KALORAMA não deverá esquecer tão cedo.
 
O MEO KALORAMA despede-se este domingo com um terceiro dia marcado por uma forte presença do rock, do hardcore e do hip-hop, num alinhamento que promete levar a energia do Parque da Bela Vista ao limite. No Palco MEO, a intensidade cresce ao longo da tarde com Travo, High Vis, Peaches e Turnstile, antes dos Deftones encerrarem a programação com um dos concertos mais aguardados desta edição. No Palco Sagres, o hip-hop ganha protagonismo com Freddie Gibbs + The Alchemist e Clipse, enquanto Wednesday e Panic Shack reforçam a dimensão alternativa do cartaz. A programação completa-se no Palco PANORAMA Lisboa, com uma forte representação da electrónica nacional.

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